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Política ODILON GOVERNADOR

Juiz Odilon de Oliveira confirma sua candidatura à Governador do MS em 2018

Juiz se aposentou e atendendo ao clamor da população aceitou disputar à vaga ao Governo do Estado

14/11/2017 11h56 Atualizada há 3 anos
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Por: Redação Fonte: Redação
Foto André Bittar/Correio do Estado
Foto André Bittar/Correio do Estado

“Aceito sim disputar o cargo de governador", confirmou o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira durante a convenção estadual do PDT, que ocorreu neste sábado (11), em Campo Grande. O anúncio foi feito ao lado do presidente nacional e estadual da legenda, Carlos Luppi, e Dagoberto Nogueira, além do ex-ministro Ciro Gomes (PDT).

"Para mim é um momento de muita emoção. Principalmente pelo clamor público. As pessoas que estão aqui representam não só os filiados, mas toda a população. Estão simbolizando uma insônia insuportável que a população que o Brasil está tendo", disse quando chegou na convenção.

Odilon tem 68 anos e se aposentou como juiz federal, cargo que ocupou por 30 anos, em meados de outubro, justamente para disputar a eleição de 2018. Em discurso, afirmou que escolheu o PDT por se tratar de um partido sem envolvimento com escândalos envolvendo corrupção "de um modo geral", como Lama Asfáltica, Lava Jato e JBS.

Também pontuou que não tem medo de entrar na política, nem de manchar sua carreira. "Eu sempre soube com grande maturidade separar as coisas. Sempre procurei andar não como um piolho na cabeça dos outros, mas andar com minhas próprias pernas. Então não tenho receio".

Em suas palavras, o Juiz afirmou e exigiu que a direção do partido não firmasse aliança com partidos que tem integrantes que estão sendo investigados nos casos de corrupção, e entre os convidados estavam grandes nomes de legendas que estão sendo investigadas, inclusive o presidente do PDT, Carlos Luppi, que estava sentado ao lado do juíz e é investigado por envolvimento com caso de envolvimento de extorsão e corrupção quando fazia parte da pasta do Ministério do Trabalho da ex-presidente Dilma Rousseff, onde o juiz pediu pra ele sair, antes de ser demitido.

Com essas imposições, Odilon se isola com o PDT no processo eleitoral no Mato Grosso do Sul, e impõe barreiras para não firmar alianças com o PMDB, PTB, PSD, DEM, PSDB e PT, nem no primeiro e nem no segundo turno. Com isso, o Juiz Odilon de Oliveira, segue sozinho rumo à disputa ao governo do Estado, descartando a possilidade e a força desse partidos.

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